Câncer de pele pode ser tratado sem deixar sequelas no paciente
21/11/2013

Neste Dia Nacional do Combate ao Câncer de Pele (30/11) o Instituto Protetores da Pele (IPP) alerta: identificar o problema precocemente aumenta a possibilidade de cura sem deixar sequelas físicas, como cicatrizes deformantes, nem psíquicas. A organização tem o objetivo de conscientizar as pessoas quanto aos cuidados com a pele por meio de ações e iniciativas que contam com o engajamento da população.

O câncer de pele é o tumor mais frequente nos brasileiros adultos. Um dos principais motivos da incidência desta doença é a exposição aos raios ultravioleta sem uma proteção solar, além do contato com substâncias químicas tóxicas (como o arsênico) e predisposição genética.

Segundo a Dra. Érica Monteiro, médica do IPP, as pessoas ainda não entendem todos os danos causados pelos raios UV. “A radiação emitida pelo sol é composta por uma série de outras radiações, sendo que quase todas podem atuar de forma benéfica. Porém, quando a quantidade de energia absorvida é superior à dose tolerável para o organismo, os riscos são inevitáveis. Isto acontece quando a pessoa não se protege adequadamente da radiação solar”.

O câncer de pele pode se manifestar de várias maneiras no paciente, no entanto os tipos mais comuns são os carcinomas (basocelular e espinocelular) que são mais brandos e o melanoma que, além de mais grave, possui risco de metástase.

O carcinoma basocelular é, geralmente, uma lesão rosada e brilhante que pode se tornar uma ferida que não cicatriza. Já o carcinoma espinocelular é mais difícil de diagnosticar uma vez que caracteriza-se por um machucado avermelhado que se manifesta no lábio e na parte interna da boca. Por sua vez, o melanoma pode ser uma mancha escura ou um nódulo proveniente de pintas já existentes na pele.

O tratamento do câncer de pele pode ser feito, inicialmente, por meio de uma cirurgia que remove a lesão e o tecido ao redor, além da utilização de medicamentos tópicos.

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O IPP produziu a série de livros “Doutor, eu tenho…”, onde cada volume mostra um diferente problema de pele em linguagem simples e acessível. São 50 perguntas e respostas comuns aos pacientes e seus familiares. Um dos livros da série, “Doutor, eu tenho… Câncer de Pele” mostra o que um paciente precisa saber sobre o problema.
Instituto Protetores da Pele

O Instituto Protetores da Pele (IPP) é organização que tem o objetivo de conscientizar as pessoas quanto aos cuidados com a pele por meio de ações e iniciativas que contam com o engajamento da população. O último projeto realizado pelo IPP foi a série de livros “Doutor, eu tenho…”, onde cada volume mostra um diferente problema de pele em linguagem simples e acessível. São 50 perguntas e respostas comuns aos pacientes e seus familiares.

Livros
“Doutor, eu tenho… Vitiligo”;
“Doutor, eu tenho… Pintas”;
“Doutor, eu tenho… Câncer de Pele”;
“Doutor, eu tenho… Espinhas”;
“Doutor, eu tenho… Herpes”;
“Doutor, eu tenho… Zoster”;
“Doutor, eu tenho… Muito suor”;
“Doutor, eu tenho… Micose”.

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