Artigo científico brasileiro é publicado no mais conceituado periódico científico de Dermatologia do mundo
24/08/2012

.A dermatologia brasileira vem, dia após dia, ratificando sua posição de destaque no cenário mundial. Especialistas de diversas partes do país vêm produzindo conteúdo científico de altíssima qualidade, palestrando em eventos internacionais e divulgando o conhecimento adquirido aqui, nas salas de aula, centros de convenções e hospitais brasileiros para todo o mundo.

Uma prova recente desta afirmação é a publicação de um artigo sobre dermatologia tropical no mais conceituado periódico científico de dermatologia do mundo, o Journal of American Academy of Dermatology. Dois dos autores, Vidal Haddad Jr., professor da Faculdade de Medicina da Unesp, Campus de Botucatu, e Omar Lupi, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e da Policlínica Geral do Rio de Janeiro, são membros da diretoria do Instituto Protetores da Pele (IPP).

Journal of American Academy of Dermatology

O artigo, intitulado “Dermatologia Tropical : Artrópodes venenosos e a pele humana” (original: Tropical Dermatology: Venomous arthropods and human skin), é dividido em duas partes e, resumidamente, trata de lesões causadas direta ou indiretamente por insetos.

“O texto estabelece ligações entre a Toxinologia, ciência que estuda as características das toxinas de microorganismos, plantas e animais, e a prática clínica. Também divulga nossos conhecimentos atuais na área, incluindo descrições originais de lesões em humanos”, explica Vidal.

Para Omar Lupi, este é um trabalho que ultrapassa as barreiras acadêmicas. “Além de seu significado para o meio dermatológico, este artigo demonstra que a produção científica em alto nível e de boa qualidade não precisa ficar restrita ao ambiente da universidade. Ela pode – e deve – ser usada em prol da população”, afirma.

O fato de um artigo científico brasileiro ser publicado no mais conceituado periódico de dermatologia é, por si só, uma vitória. Mas, para o IPP, é mais do que isso. É ver tomar forma um trabalho longo e árduo de democratização do conhecimento em todas as esferas: do especialista que cuida ao paciente que é tratado. É, também, mais uma prova da atuação do instituto na conscientização nacional e internacional de doenças que afetam a parcela mais desprotegida da população.

O IPP acredita que a informação de qualidade é a mais valiosa das heranças. Por isso comemoramos este artigo. Por isso, sabemos, ainda temos muito a trabalhar!

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