No dia mundial da dermatite atópica, reitera-se a importância de ir ao dermatologista regularmente
22/09/2017

Manchas avermelhadas, coceira nas regiões lesionadas e ressecamento da pele geralmente caracterizam a dermatite atópica. Trata-se de uma doença crônica que tende a surgir logo na infância, em grande parte dos casos já no primeiro ano de vida, podendo desaparecer, contudo, após a adolescência.

Essas lesões costumam brotar nas dobras dos braços e dos joelhos, bem como no pescoço. Quando esfregadas, o portador corre o risco de agravar ainda mais as feridas, transformando as áreas machucadas em verdadeiros catalizadores de infecções oportunistas.

Às vezes, a manifestação dos ferimentos é casual e influenciada por alguns fatores, como calor ou frio intenso, banhos muito quentes, consumo de produtos derivados do leite, contato com animais ou materiais ásperos, e uso de cosméticos sem indicação dermatológica.

No dia mundial da dermatite atópica, o Instituto Protetores da Pele (IPP) lembra, com muito entusiasmo, que a cura para essa doença pode estar cada vez mais próxima, mas enquanto isso não acontece, reitera-se a importância de ir ao dermatologista regularmente.

Simpósio discutiu avanços no tratamento da dermatite atópica

O presidente Dr. Omar Lupi esteve, na última quarta-feira (20/09), comentando sobre as novidades desse assunto em um simpósio realizado no Serviço de Imunologia da UFRJ (onde ele também exerce cargo de chefia).

Dr. Omar Lupi em palestra sobre dermatite atópica

Registro de alguns dos participantes do evento











Série “Doutor, eu tenho” ganhará mais um importante exemplar

Capa do livro a ser lançado em outubro

E por falar em  novidades, no mês de outubro sai o mais novo livro da série “Doutor, eu tenho…”. No “Doutor, eu tenho…  Dermatite atópica” o médico dermatologista Omar Lupi discorrerá a respeito das possíveis causas dessa doença e dos cuidados que os portadores devem tomar, numa linguagem fácil e didática.

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