Ictiose gera mal estar em vôo
06/02/2020

No final do mês de janeiro, tomamos conhecimento de um caso desrespeitoso, que gerou mal estar, com a família de Marcus Vinícius Alexandre Silva, dentro de um avião.  A família que seguia de Aracajú para São Paulo, em busca de tratamento para a doença de pele da filha, de três anos de idade, foi retirada da aeronave porque a tripulação entendeu que enfermidade da menina era infecciosa.

As lesões cutâneas que desencadearam o evento constrangedor, são chamadas de ictiose, que é uma condição de ressecamento extremo e descamação da pele, podendo ser de origem hereditária ou adquirida.

O sintoma mais comum é a pele seca, mas pode variar, dependendo da gravidade da doença. Nas manifestações mais leves, a descamação é fina e folhada; já nos quadros mais agudos, os sinais aparecem logo na primeira infância e a pele da planta dos pés, palmas das mãos e couro cabeludo é mais espessa, verrugosa, formam bolhas e descascam mais intensamente. Porém, por falta de informação, algumas pessoas julgam a doença como infecciosa.

O Instituto Protetores da Pele acredita que a informação e a empatia ainda são os melhores balizadores de uma sociedade justa e democrática.

Confira a matéria completa https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2020/02/crianca-com-doenca-de-pele-e-retirada-de-voo-ver-sua-filha-exposta-isso-e-terrivel.html

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