Doutor, eu (e muuita gente) tenho muito suor
06/06/2013

Quando pensamos nas doenças da pele, nos vêm à cabeça aquelas bem visíveis, que coçam, causam vermelhidão, pus. É verdade que, geralmente, são essas as que mais incomodam, pois são as que mais aparecem para o mundo. Mas existe uma doença em particular, silenciosa e invisível, que causa muito constrangimento: a hiperidrose/bromidrose. É o suor excessivo com cheiro desagradável.

Por ser uma doença de pele que não oferece riscos graves à saúde, a maioria das pessoas convive com esse incômodo e aprende a lidar com a vergonha que ele causa. Outras nem sabem que existe tratamento. Por isso o IPP sentiu a necessidade de abordar esse tema e está lançando um livro só para explicar o assunto: Doutor, eu tenho muito suor.

Para falar dessa doença, convidamos uma especialista no assunto, a doutora Sineida Berbert Ferreira, que há 26 anos exerce a medicina e, confessa, é uma apaixonada pela profissão! A médica explica que a questão do suor excessivo é um tema que causa muita angústia e constrangimento e que, por isso,  precisamos divulgar informações corretas, éticas, com embasamento científico, porém de maneira simples, para que as pessoas entendam.

O objetivo do livro é esclarecer vários mitos que cercam o tema, como comer cebola piora o cheiro do suor?, usar antitranspirantes causa câncer de mama?, entre outros. Muitas pessoas têm essas dúvidas, mas se sentem envergonhadas em perguntar ao seu médico ou esbarram em consultas muito rápidas.

“Ainda assim, as queixas de suor forte e excessivo são muito frequentes e nos desafiam dia a dia. São inúmeros casos que atendo na minha clínica privada e em meu trabalho assistencial. Vejo que não existe distinção entre classes sociais, sexo ou idade.” – afirma a doutora Sineida.

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